Vigilância epidemiológica de Ibaté dá dicas para evitar a dengue
Com a chegada da forte onda de calor que tem assolado a região, cresce também a preocupação com os riscos da dengue, já que é nessa época que o número de casos cresce em todo o Brasil. Por isso, a orientação da Vigilância Epidemiológica de Ibaté é uma só: redobrar os cuidados para evitar o aparecimento de focos do mosquito Aedes aegypt, transmissor da doença.
A cidade ainda não registrou nenhum caso confirmado da doença este ano, porém, a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica no município, Ana Carolina Mendes Giangrossi, apontou alguns cuidados que devem ser tomados para que a população não corra riscos.
De acordo com Ana Carolina, nesta época, as doenças mais freqüentes no nesta época, são aquelas que levam a perda de líquidos e a desidratação. No entanto, outras doenças também são muito comuns. “A insolação, as micoses, conjuntivite e a intoxicação alimentar também estão presentes. Doenças respiratórias também são comuns devido à baixa umidade do ar, como por exemplo, Inflamação de Vias Aéreas Superiores, Amidalites, Bronquite, dentre outras” afirmou. De acordo com a enfermeira, algumas medidas importantes incluem manter o ambiente doméstico arejado e limpo, se possível com o uso de umidificadores ou bacias com água, ingerir bastante líquido, manter uma alimentação leve e balanceada, sempre lavando bem os alimentos e evitar locais com aglomeração de pessoas.
COMBATE A DENGUE – A responsável pela Vigilância Epidemiológica também deu dicas sobre o combate a dengue, sobretudo nesta época mais quente. “Manter o local de residência e quintal limpos e livres de materiais que sirvam de criadouro para o mosquito da dengue, algumas medidas importantes incluem:
1. Evitar água parada,
2. Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
3. Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
4. Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
5. Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
6. Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
7. Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
8. Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
9. Não acumular latas, pneus e garrafas.
10. Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
11. Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
12. Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
13. Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
14. Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.
15. Não cultivar plantas aquáticas.
De acordo com Ana Carolina, em caso de sintomas de doença, a população deverá procurar a Unidade de Saúde mais próxima de sua residência ou entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica pelo telefone 33346245.














